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O c/loud Project propõe um novo olhar para a cidade. O fotógrafo Benjamin Lozninger faz intervenções no espaço urbano, instalando sobre superfícies de edifícios pela cidade, fotos de nuvens!! <3  A idéia é dar um respiro, uma esperança para nós, que vivemos nessas cidades verticais e quase nunca vemos ou reparamos no céu.

Via Inspiration Page, mas indicado pela querida Carol do Follow The Colours

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Usando o conceito da impressora 3D, o mestre das abelhas Robin Theron, e o The Ebeling Group, criaram esculturas feitas de favos de mel. Para realizar esse projeto eles precisaram da ajuda de 80.000 abelhas e moldes de plástico onde as abelhas construiriam suas colmeias.

Depois eles usaram a colmeia em formato de garrafa para divulgar o Highlander Honey whiskey. Demais, não acham?

Via iGNANT

Se não conseguir visualizar o vídeo, clique aqui.

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Sugar Series

A fotógrafa Emily Blincoe, de Austin, Texas; comprou muitos doces, separou-os por cores, organizou eles em um quadrado e fotografou. Depois aposto que ela fez a festa. ;) Mas as imagens ficaram simplesmente incríveis! Olha só que demais:

Via My Modern Met

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Entre a paisagem poluída do submundo de Nova Iorque, alguns elevadores abandonados escondem uma surpresa. Os irmãos Benny e Josh Safdie usaram esses espaços inesperados para instalar pequenos museus de objetos peculiares. O mais legal é que quando você encontra o museum, é como se você entrasse em contato com um universo paralelo, pois a estética branca e clean do museum, dá um ar desconexo e surreal àquela situação. Eles expõe objetos banais, mas que tem alguma história por trás, como por exemplo saquinhos de vômito de diferentes partes do mundo, papéis deixados ou esquecidos na máquina de xerox. Essa seleção de objetos coletados do dia-a-dia chama a nossa atenção para como as coisas ao nosso redor podem ser interessantes, e propõe um novo olhar.

Via Inspiration Page

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O grupo de design dinamarquês Orduvald, criou para a exposição “Public Art Horsens”, exposição que une performances e intervenções artísticas pelas ruas da cidade de Horsens na Dinamarca, um ícone gigante de 9x9m, e brilhante feito com cequins, que faz menção ao ícone mundialmente conhecido do Googles maps usado para marcar e indicar um lugar. O grupo Orduvald trouxe esse ícone para o mundo real para chamar a atenção e marcar o centro da cidade de Horsens. O que mais me encantou nesse trabalho é como os cequins dançam com o vento.

Via designboom

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O artista alemão Robert Barta, criou e expôs a linda instalação “Crossing Half A Million Stars” na galeria Sherin Najjar em Berlim. Além do nome, que já é super poético; ele propõe uma interação com o expectador encantadora. Você é convidado a deslizar sobre as milhões de bolinhas de metal de 8mm que cobrem quase todo o piso da sala onde o trabalho se apresenta. A ideia é você se permitir virar criança, apesar de te colocar numa situação de instabilidade, ele te leva a pedir apoio das pessoas que estão ao seu lado, proporcionando um momento divertido e de cumplicidade entre os espectadores. Uma obra otimista, e cheia de boas intenções, do jeito que eu adoro!

Via Collab Cubed

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Sean Woolsey

O trabalho de Sean Woolsey é o tipo de obra que te faz contemplar, como se contempla paisagens. Sean conta que depois de uma viagem que ele fez de van pelos Estados Unidos, todas as paisagens de natureza, pós guerra e deserto ficaram gravadas na sua memória, e foi a partir dessa aventura que a inspiração para seus trabalhos começou a fluir.

Agora, quer saber qual o processo criativo dessas maravilhas? Tudo começa com uma placa de metal que ele interfere com tintas, ácidos e outros elementos químicos. Em algumas peças expõe essa mesma placa ao ar livre, em contato direto com as mudanças climáticas (vento, chuva, sol, poeira…) e depois ele sela todo o processo com uma resina que impossibilita que as reações continuem acontecendo.

Sean Woolsey, um artista químico, sou fã! <3

Via NotCot.org

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